Para simplificar a vida

Open Banking: próximas fases

Publicado em 10/08/2021

2021 vai ser o ano do Open Banking.

O sistema anunciado pelo Banco Central promete revolucionar a vida financeira de muita gente, aumentando a concorrência entre as instituições e a oferta de produtos e serviços. Para o consumidor isso significa mais acesso a crédito, a um preço mais justo, e, consequentemente, uma melhor experiência.

Mas a história mostra que grandes mudanças geram grandes dúvidas. Por isso, decidimos fazer esse post contando o que você pode esperar das próximas fases do Open Banking.

Fases do Open Banking

Antes de detalhar as fases do Open Banking é importante ressaltar que as fases de compartilhamento de dados são obrigatórias apenas para algumas instituições. Confira a lista completa aqui

Fase 1: Compartilhamento de informações da instituição

A Fase 1 do Open Banking foi finalizada no primeiro semestre, por isso, não vamos aprofundar muito nela. Nessa etapa, as instituições compartilharam informações próprias como seus canais de atendimento, localização de agências e caixas eletrônicos e os produtos que cada uma oferece.

Para esse compartilhamento não foi preciso a autorização dos clientes, por serem informações públicas e das instituições.

Fase 2: Compartilhamento de dados dos clientes entre instituições

A Fase 2 envolve o compartilhamento de dados de clientes entre instituições como dados de cadastro, transações em conta, operações com o cartão, etc. É importante lembrar que esses dados só poderão ser compartilhados com a devida autorização do cliente, tanto para a instituição de origem como para a instituição de destino das informações.

Fase 3: Compartilhamento de serviços de pagamento

A partir dessa fase, que é de compartilhamento de serviços de pagamentos, os clientes poderão movimentar suas contas por meio de iniciadores de pagamento e por outras instituições financeiras. Com a novidade os clientes poderão centralizar suas ações financeiras em um app só, reduzindo o tempo que gastavam antes com as transações e trocas de plataforma.

A fase 3 do Open Banking chegará em breve no Inter. Fique atento em nossas comunicações para saber como utilizar o novo serviço 😀

Um exemplo interessante para ilustrar a fase 3 é que o cliente Inter poderá fazer uma compra no Inter Shop, usando seus recursos disponíveis em contas de outras instituições. Com o tempo, isso deverá ser ampliado para todos os serviços disponíveis em nosso app. Legal demais, né?

Fase 4: Expansão para outros produtos e serviços financeiros

A Fase 4 do Open Banking será implementada após a conclusão das fases anteriores e prevê a ampliação do conceito de Open Banking para Open Finance. Nessa etapa, o compartilhamento de dados irá para além das transações financeiras em conta, contemplando outros serviços como investimentos, seguros, câmbio, crédito imobiliário, etc.

Características da fase 3 do Open Banking

Se você tem conta no Inter e ainda está meio perdido sobre as novidades do Open Banking, a gente listou algumas características da fase de compartilhamento de serviços de pagamento:

  • Você poderá iniciar um Pix em outra instituição financeira na qual você tem conta, a partir da sua conta do Inter;
  • Você poderá pagar suas compras no Inter Shop com o saldo em conta em outras instituições financeiras;
  • As transações são seguras e precisarão da sua autorização para serem realizadas. Se você não concordar com alguma transação iniciada em alguma instituição financeira, você não precisará aprová-la;
  • Você poderá usar o seu saldo em outra instituição para pagamentos futuros, para realizar compras, fazer investimentos ou usar qualquer outro produto que o Super App do Inter oferece.

Por que o Open Banking pode ser bom para você?

Com tantos golpes financeiros sendo aplicados por aí, muita gente ainda tem dúvidas sobre o Open Banking.

Mas é importante deixar claro que o compartilhamento de serviços de pagamento, só será realizado com a aprovação do cliente e você poderá recusar transações iniciadas por outras instituições caso não as reconheça.

Além disso, o fluxo entre as instituições participantes será viabilizado por uma API (Application Programming Interface – ou Interface de Programação de Aplicação) regulada pelo Banco Central e que conta com camadas de proteção que vão proteger seus dados e transações.

Falamos mais sobre a segurança do Open Banking aqui.

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