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Transformação digital e ESG: como aliar as agendas?

Publicado em 30/08/2021

No ano de 2021, a transformação digital e ESG se tornaram conceitos cada vez mais populares. As duas agendas têm movimentado as discussões sobre formas de se criar um mercado mais inclusivo, transparente e ecoeficiente.

Mas como será que as organizações vivenciam a tendência na prática?

Ao longo deste artigo, vamos falar sobre transformação digital sob o ponto de vista dos critérios ESG. Além disso, vamos trazer dois exemplos reais e inspiradores para incorporar essa latente transformação à rotina e colher os frutos de uma gestão com impacto social positivo.

Transformação digital, ESG...você sabe do que estamos falando?

Antes de mais nada, um passo para trás. Você sabe o que significam os conceitos de transformação digital e ESG?

O primeiro pode ser familiar. Afinal, a primeira vez em que o termo “transformação digital” surgiu e ganhou força foi nos anos 2000 (precisamente em 2011, com o boom do conceito de Indústria 4.0 — quando a alta tecnologia foi incorporada à manufatura como alternativa para alavancar o segmento industrial).

A ideia de ESG, em contrapartida, é relativamente nova aos ouvidos da população em geral. Isso porque o termo, que significa Environmental, Social and Governance(Ambiental, Social e Governança), esteve quase exclusivamente associado ao ambiente financeiro e investidor por muitos anos.

Recentemente, entretanto, a tomada de consciência dos gestores de investimentos fez com que a agenda deixasse de ser um indicador restrito ao nicho e se tornasse uma palavra-chave entre empresas de todos os tamanhos e segmentos no país e no mundo.

A seguir, recapitulamos ambos os conceitos de forma breve para garantir que estejamos todos no mesmo pé para avançar na leitura deste artigo.

Transformação digital

A essência do conceito de transformação digital passa pela ideia da utilização de recursos digitais para simplificar processos internos, ganhar produtividade e oferecer a melhor experiência do cliente possível.

Segundo mostra o portal Capterra, 95% das empresas brasileiras afirmam que já começaram o processo de transformação digital. Em muitos casos, inclusive, este processo foi “empurrado” pela pandemia, que impôs novas condições de trabalho e fez com que as empresas repensassem seus processos valorizando ferramentas tecnológicas.

Mas a ideia de transformação digital não está restrita apenas às empresas. Ela faz parte da vida de todos os cidadãos globais. Afinal, todos buscam formas de simplificar sua vida e encurtar caminhos para encontrar soluções para os problemas cotidianos. Quer ver como?

De acordo com o portal Internet Live Stats, a cada segundo são feitas mais de 94 mil buscas no Google. Essa estatística impressionante atesta o quanto a tecnologia faz parte da rotina das pessoas, não é mesmo? E ela não é a única!

O mesmo portal traz, ainda, outros dados, como:

  • A internet abriga mais de 5 bilhões de usuários em todo o mundo;
  • Diariamente, são vendidos mais de 3 milhões de smartphones em escala global;
  • A cada 1 segundo, são gerados mais de 125,767GB de tráfego na internet.

ESG

A sigla ESG está em alta no mundo corporativo. Os princípios que definem o conceito são, também, os objetivos mais buscados pelas organizações, que desejam se destacar da concorrência e atender às demandas do consumidor, cada vez mais antenado às urgências sociais e ambientais do planeta.

Empresas que ouvem o “chamado do ESG” e orientam suas estratégias para atender aos critérios trabalham em 3 frentes:

  • E (Environmental, ou Ambiental): considera os riscos climáticos e ambientais e se mostra disposta a rever cadeias produtivas e processos internos, tornando-os mais ecoeficientes;
  • S (Social): avalia padrões de trabalho, relações com fornecedores, parceiros e stakeholders em busca de uma convivência mais igualitária e justa;
  • G (Governance, ou Governança):valoriza o papel dos stakeholders na gestão dos negócios e preza por uma cultura orientada a lisura e a transparência dos processos corporativos.

Agora que você conhece as definições de transformação digital e ESG, pode começar a pensar com a gente: será que as duas tendências podem caminhar juntas?

A seguir, mostramos dois casos que mostram o quão interligados são os conceitos de transformação digital e ESG.

Você vai entender como o processo de digitalização no Inter trouxe mais simplicidade e transparência para a gestão interna de dados, mais ecoeficiência para o ambiente de trabalho e, claro, um serviço mais acessível para os clientes.

Além disso, vai conhecer a forma como trabalha a esolidar, plataforma de gestão de impacto social integrada, que oferece às empresas as ferramentas necessárias para promover ações de ponta a ponta.

Como a transformação digital aproxima as empresas dos critérios ESG?

Inter

No Inter, a transformação digital aconteceu de dentro para fora. Cientes de que otimizar os processos seria o primeiro passo para oferecer um serviço ainda mais eficaz para os clientes, eles trabalharam em 2 frentes:

  1. Implantação do core banking, ferramenta que conecta os sistemas e cria uma infraestrutura operacional simplificada. Como consequência, otimiza a filtragem de dados e o acesso à informação;
  2. Migração de dados para a nuvem, gerando mais eficiência e maior potencial de escalabilidade para o negócio.

Ambas trouxeram impactos ESG para a empresa. Com o core banking e as operações internas simplificadas, a equipe do Inter passou a trabalhar com mais facilidade, o que fortaleceu o S do ESG sob o aspecto interno.

Além disso, ter dados armazenados em nuvem contribui com a ecoeficiência da instituição. Isso porque dispensa a necessidade de infraestruturas robustas e, consequentemente, contribui para a redução da emissão de carbono atrelada a ela. Em termos gerais, o Inter para atender um único cliente consome -94% de água, -97% de energia, -72% de papel e emite -86% de carbono, se comparado com players tradicionais do mercado bancário.

E o link entre transformação digital e ESG no Inter não existe apenas da porta para dentro! A inclusão digital faz parte da agenda institucional da empresa. Ela integra o conjunto de ações que reforça o S de ESG, juntamente com a educação financeira, por exemplo.

Por isso mesmo, o Inter reforça continuamente seu compromisso em ser uma plataforma simplificada, sem letras miúdas e asteriscos. 

Esolidar

A esolidar é uma empresa de tecnologia a serviço dos critérios ESG. Desde a sua fundação, em 2014, tem como foco oferecer as ferramentas ideais para que as empresas viabilizem o impacto social junto aos seus públicos de interesse.

Assim como o Inter, a esolidar internaliza os princípios nos quais acredita.

Por isso mesmo, opera em regime de trabalho remoto, possibilitando a convergência de um time intercontinental, parte em Portugal (a sede fica na cidade de Braga), parte no Brasil, mercado no qual a esolidar atua desde 2019. Além disso, conduz processos internos de forma ecoeficiente (não à toa, a esolidar é detentora do selo Carbon Friendly, emitido pela Moss, que atesta seu compromisso com a criação de um planeta melhor), reforçando seu engajamento com a sustentabilidade.

Legal conhecer empresas que aliam transformação digital e ESG, não é mesmo? Pois nós não paramos por aqui!

O convite é para que você termine a leitura deste artigo e confira o webinar realizado pela esolidar com a participação do Christiano Rohlfs, Head de Sustentabilidade do Inter. O tema? ESG, claro! Nele, você poderá entender melhor sobre a importância crescente dos indicadores ESG e como eles podem contribuir para o desenvolvimento econômico, ampliando o impacto positivo das empresas na sociedade e no mundo. 

*Este artigo foi escrito pela esolidar, startup de tecnologia que oferece, em uma só plataforma, ferramentas para gerenciar iniciativas de impacto social atendendo aos critérios de ESG. Na esolidar, as empresas realizam ações pontuais ou mesmo programas de aceleração de ponta a ponta, e têm acesso a relatórios para mensuração de resultados

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